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Boletim Epidemiológico da Dengue – município do Rio Grande - 1ª semana de 2026
12/01/2026
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A Prefeitura do Rio Grande, através da Vigilância em Saúde, divulgou nesta segunda-feira, 12, o primeiro Boletim Epidemiológico de 2026, com dados sobre as arboviroses que são as doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por mosquitos, como o Aedes aegypti e o Aedes albopictus.
Neste primeiro boletim do ano, seis casos suspeitos de dengue em Rio Grande aguardam confirmação. No Estado seis casos já foram confirmados nos primeiros dias de 2026. O Município fechou o ano de 2025 com 150 notificações e 16 casos confirmados da doença, dois casos relativos ao ano passado, ainda aguardam confirmação.
O boletim também aponta três novos focos do mosquito Aedes aegypti, concentrados no centro da cidade. Somando no últimos 30 dias, 19 focos, distribuídos nos seguintes bairros: Centro, 8; Getúlio Vargas,1; Cidade Nova, 2; Cassino, 1; Vila Maria, 2; Castelo Branco, 1; Quinta, 1; Berndeth, 1; Santa Rita de Cássia, 1 e Maria dos Anjos, 1.
Ciclo de vida do mosquito
O mosquito transmissor das arboviroses passa por 4 fases e todo o ciclo pode durar apenas 7 a 10 dias, quando há água parada.
Ovo
A fêmea deposita os ovos nas paredes de recipientes com água parada. Esses ovos podem sobreviver até 1 ano mesmo em ambiente seco.
Larva
Ao entrar em contato com a água, o ovo vira larva. As larvas sobem até a superfície da água para respirar e se alimentam de matéria orgânica. Duração média: 6 dias
Pupa
A larva se transforma em pupa. Nessa fase não se alimenta, apenas se desenvolve. Duração média: 3 dias
Mosquito adulto
Após sair da pupa, o mosquito se torna adulto e, em poucos dias, a fêmea já começa a colocar novos ovos. Uma única fêmea pode colocar até 1.200 ovos.
Por que eliminar a água parada é essencial?
Porque sem água não existe mosquito. Interromper qualquer uma dessas fases impede que novas gerações se formem.
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