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Rio Grande registra 128 focos do mosquito da dengue; 26 casos suspeitos foram notificados
10/03/2026
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A Vigilância em Saúde divulgou na segunda-feira (9), o 9º Boletim Epidemiológico da Dengue, com o mapeamento atualizado dos focos do mosquito Aedes aegypti no município do Rio Grande.
Desde a primeira semana de janeiro, 128 focos do mosquito já foram identificados em diferentes localidades da cidade.
Até o momento, 26 casos suspeitos de dengue foram notificados. Destes, 25 já foram descartados e um permanece em análise. Também foram notificados três casos suspeitos de chikungunya, todos já descartados.
No Rio Grande do Sul, o cenário atual registra 179 casos confirmados de dengue, sendo quatro deles na região sul do Estado.
Focos por localidade
Centro e Distrito Industrial: 28
Quinta: 17
Cidade Nova: 14
Bolaxa e São Miguel: 5 em cada
Buchholz e Povo Novo: 4 em cada
Aeroporto, Linha do Parque e Bernadeth: 3 em cada
FURG Carreiros, Prado, Junção e Lar Gaúcho/Navegantes: 2 em cada
Trevo, Cibrazém, BGV, Mangueira, Orla e Atlântico Sul: 1 em cada
Focos registrados nos últimos 30 dias
Centro: 13
Quinta: 11
Cidade Nova: 10
Distrito Industrial: 8
Povo Novo: 4
Aeroporto, Bolaxa e São Miguel: 3 em cada
Bernadeth, Junção e Buchholz: 2 em cada
FURG Carreiros, Lar Gaúcho/Navegantes, Orla, Linha do Parque, Cibrazém e Atlântico Sul: 1 em cada
O que é considerado foco
Os focos do mosquito Aedes aegypti são locais ou recipientes com água parada, que permitem a postura de ovos e o desenvolvimento das larvas do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
Um foco é identificado quando agentes de saúde encontram ovos, larvas, pupas ou mosquitos adultos em água acumulada.
Como prevenir
A Vigilância em Saúde reforça que eliminar água parada é a principal medida de prevenção. Pratos de plantas, garrafas, baldes, pneus, calhas entupidas e qualquer recipiente que possa acumular água devem ser verificados regularmente.
Outro fator que preocupa é o descarte irregular de resíduos em vias públicas e terrenos baldios, situação que favorece a formação de criadouros do mosquito.
A Vigilância também orienta que a população receba os agentes de saúde em suas residências, destacando que as visitas têm caráter educativo e não punitivo. A colaboração da comunidade é fundamental para reduzir os focos e evitar o avanço das arboviroses no município.
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