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Projeto nas escolas mobiliza estudantes contra o Aedes aegypti em Rio Grande

05/05/2026

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A formação de uma consciência coletiva começa cedo — e, em Rio Grande, ela tem ganhado força dentro das salas de aula. O Núcleo de Educação da Vigilância Municipal, vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, já levou o Projeto Multiplicadores nas Escolas para mais de 1.080 alunos da rede pública e privada entre os meses de março e abril deste ano.

A iniciativa tem como foco transformar crianças, adolescentes e estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) em agentes ativos no combate ao Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão de doenças como Dengue, Zika, Chikungunya e Febre amarela. A proposta é que os participantes se tornem multiplicadores de informação, levando orientações e práticas preventivas para dentro de suas casas e comunidades.

Com uma metodologia adaptada para cada faixa etária, as atividades combinam informação e interação. Palestras com apoio de vídeos, slides, fotos e materiais impressos ajudam a explicar o ciclo de vida do mosquito e as formas mais eficazes de prevenção. Durante os encontros, os alunos têm contato com amostras reais do inseto em diferentes fases — ovo, larva, pupa e fase adulta —, o que torna o aprendizado mais concreto e impactante.

Além disso, são abordadas práticas essenciais, como o manejo correto de resíduos e a eliminação de possíveis criadouros em ambientes domésticos e coletivos. Dinâmicas participativas, como jogos educativos, cruzadinhas e atividades lúdicas, também fazem parte da estratégia para estimular o engajamento e facilitar a compreensão dos conteúdos.

O cenário local reforça a importância da ação. Atualmente, o município registra 515 focos do mosquito e dois casos confirmados de dengue autóctone — ou seja, contraídos dentro da própria cidade. Diante desse contexto, iniciativas educativas ganham ainda mais relevância ao promover informação e mobilização social desde a base.

A expectativa da Secretaria de Saúde é ampliar o alcance do projeto ao longo do ano, fortalecendo a prevenção como principal ferramenta no enfrentamento às arboviroses.

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