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Rio Grande registra novo caso de dengue e chega a 681 focos de Aedes
13/08/2026
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Rio Grande registrou um novo caso confirmado de dengue esta semana. Com a atualização, o Município soma três casos confirmados da doença neste ano, sendo dois autóctones e um importado. Os dados integram o Boletim de Monitoramento das Arboviroses divulgado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do Rio Grande.
O boletim também aponta a identificação de novos focos do mosquito Aedes aegypti. Rio Grande chegou a 681 focos até este mês de agosto.
Novos focos identificados
Nos últimos 15 dias, os agentes de vigilância encontraram focos em sete localidades. Vila Maria concentrou três registros, seguida por Cidade Nova, com dois. Também foram identificados focos na Orla, Santa Rosa, Cassino, Quinta e Buchholz, com um registro em cada localidade.
No acumulado de 2026, o Centro lidera o número de focos, com 123 registros, seguido por Cidade Nova (76), Distrito Industrial (69), Quinta (63), Vila Maria (37), São João/Recreio (35), Junção (25) e São Miguel (23).
Outras localidades também apresentam registros, entre elas Povo Novo (20), Aeroporto (19), Linha do Parque e Prado (16 cada), Bolaxa (15), Cassino (14), Bernadeth e Vila Militar (12 cada), além de Municipal (11) e Buchholz (9).
Prevenção continua sendo fundamental
O boletim reforça que a principal forma de controle da dengue e de outras arboviroses é a eliminação dos criadouros do mosquito. O Aedes aegypti pode passar pelas fases de ovo, larva, pupa e mosquito adulto, e os ovos podem permanecer no ambiente por até um ano.
Entre as medidas recomendadas estão colocar areia nos vasos de plantas, guardar pneus em locais adequados, manter garrafas viradas para baixo e fechar bem os sacos de lixo. A orientação é que a população faça uma vistoria frequente em casas, pátios e locais de trabalho, eliminando qualquer recipiente que possa acumular água.
Com o aumento dos focos, a participação da população é essencial para interromper o ciclo de reprodução do mosquito e reduzir o risco de novos casos de dengue, chikungunya e outras arboviroses.
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