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Rio Grande reduz presença do mosquito da dengue, mas mantém alerta para prevenção
Resultado do segundo LIRAa de 2026 mostra melhora no cenário, mas Vigilância reforça que os cuidados contra o Aedes aegypti precisam continuar
08/09/2026
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Rio Grande apresentou uma redução na presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. O resultado foi apontado pelo segundo Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) realizado em 2026 pela Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria de Município da Saúde (SMS).
O levantamento mostrou uma melhora em relação à primeira avaliação realizada neste ano. O índice de infestação caiu de 0,5% para 0,1%, indicando uma redução na quantidade de imóveis onde foram encontrados sinais da presença do mosquito.
Outro destaque foi o trabalho realizado pelas equipes de campo. Foram vistoriados mais imóveis do que o previsto, ampliando o alcance da avaliação e permitindo um acompanhamento mais completo da situação do município.
Apesar do resultado positivo, a Vigilância em Saúde Ambiental reforça que o mosquito ainda está presente em Rio Grande e os cuidados precisam continuar. A redução do índice não significa que o risco tenha acabado, já que o Aedes aegypti consegue se reproduzir rapidamente em pequenos recipientes com água parada.
Cuidado dentro de casa faz diferença
A prevenção depende também da participação da população. Vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas, calhas e outros recipientes que possam acumular água devem ser verificados regularmente.
A orientação da Secretaria da Saúde é que cada morador reserve alguns minutos da semana para eliminar possíveis criadouros. São cuidados simples que ajudam a impedir a reprodução do mosquito e protegem toda a comunidade.
O resultado do segundo LIRAa é considerado uma melhora no cenário e reflete o trabalho de monitoramento realizado pelas equipes de saúde. A Vigilância em Saúde Ambiental seguirá acompanhando a presença do mosquito e realizando ações de controle e educação em saúde em diferentes regiões do município.
A população pode buscar orientações, esclarecer dúvidas ou fazer denúncias pelo telefone (53) 3233-7289, da Vigilância em Saúde Ambiental.
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